Bem-vindo ao Maxime Hotel em Lisboa, ao cabaret, à boémia, aos beijos trocados e aos segredos sussurrados, bem-vindo à música e à dança.

This is Maxime

[1920]
OS LOUCOS ANOS 20
Prosperidade económica, social e cultural. Aumenta-se o consumo generalizado e a ostentação. O divertimento torna-se essencial à vida e Lisboa vê surgir os primeiros clubes nocturnos, casas de jogo, os dancings e os cabarets, entre eles, o Club Maxim’s, um dos ícones da noite Lisboeta da época.
[1949-1959]
Maxime Dancing
10 ANOS DE GLÓRIA
A 30 de Novembro de 1949 o Maxime Dancing abre as suas portas, na Praça da Alegria, inspirado pelo antigo Maxim’s. Luxuoso cabaret de inspiração parisiense com actuação de orquestras e espectáculos coreográficos.
Durante anos foi palco de grandiosas actuações nacionais e internacionais. Cantores, actores, bailarinos, alternadeiras espanholas fizeram deste palco a sua casa. Era uma casa de espectáculos única e sem rival, atmosfera própria, efeitos de luz à frente do seu tempo, “O melhor cabaret de Lisboa de todos os tempos”. Ali cantaram os grandes nomes da canção portuguesa – António Calvário, Simone de Oliveira, Tony de Matos, Alfredo Marceneiro, fadista Fernando Farinha e actuaram grades artistas – Raúl Solnado, José Viana e Gina Braga. Chegou inclusive a receber Júlio Iglésias no início da sua carreira.
[1960]
Maxime Dancing
O DECLÍNIO
Com a passagem do tempo a clientela foi decaído e o seus tempos áureos foram dando lugar a um paraíso de decadência que perdurou por vários anos. As famosas bailarinas espanholas deram lugar a bailarinas de leste e os espectáculos outrora de renome, foram dando lugar ao fado e ao folclore em horas próprias e a meninas a despirem-se em horas impróprias.
[2006-2011]
Maxime
O RENASCER E O FIM
Manuel João Vieira tentou recriar um novo cabaret português, afastando este icónico espaço do ambiente decandente que originou o seu fim na década de 60. A partir de 2006 e aproximadamente durante 5 anos o Maxime voltou a estar na moda e rapidamente ganhou o seu lugar no roteiro da noite Lisboeta, sendo palco de vários concertos e espectáculos burlescos. Em 2011, o M vermelho incrustado numa espécie de insígnia azul apagou-se e o Maxime acabou por fechar as suas portas.
[2018]
Maxime
FEZ-SE HOTEL E REABRE AS SUAS PORTAS
Passados 7 anos, o expoente máximo da Lisboa boémia de meados do século passado, o Maxime faz-se Hotel, e reabre, mais apaixonado que nunca pela capital que sempre foi o seu berço. Rejuvenesce para acompanhar o lifestyle da cidade e promete ser palco de grandiosas experiências para quem procura viver e sentir a cidade no conceito vibrante e glamouroso do cabaret. O Maxime Hotel alarga horizontes para albergar dentro das suas portas a experiência do mundo inteiro.